Nem mesmo a 100 metros do Palácio do Sultanato, não é uma das mais antigas ruínas de origem Europeia na Ásia: o seu nome é Uma Famosa, e é uma fortaleza construída durante o período do colonialismo português. Até os dias de hoje, apenas a parte onde a Porta de Santiago abriu, uma das portas de entrada do posto avançado, sobreviveu. A porta e as antigas muralhas que o suporte pode ser visitado livremente durante sua caminhada pelas ruas de Malaca.Em 1511, a frota portuguesa comandada por Afonso de Albuquerque desembarcou, atacou e derrotou as forças do Sultanato de Malaca, o mais antigo na Malásia e, naquele momento, o mais poderoso reino na Península Malaia. O comandante Albuquerque exigiu urgentemente a construção de uma fortaleza construída em torno de uma colina que naquela época estava em frente ao mar (hoje a costa moveu várias centenas de metros). Albuquerque acreditava que Malaca se tornaria um importante porto para conectar o Império de Portugal com a rota das especiarias para a China. No mesmo período, outras frotas portuguesas conquistaram lugares como Macau, na China e Goa, na Índia, com o mesmo objectivo de criar portos de satélite para os quais navios portugueses que transitassem entre Portugal e a China poderiam atracar em segurança para abastecimento e abrigo. O Estreito de Malaca, dominado precisamente pela cidade de mesmo nome, era de importância vital para garantir a passagem segura dos navios europeus entre o oeste e o Extremo Oriente. O poder que dominava Malaca teria exercido o controle sobre todo o Estreito graças à sua posição estratégica. A fortaleza, na visão do capitão português, deveria, naturalmente, ter sido o posto avançado que protegia uma cidade de tal importância. Foi construído em pouco tempo com muros altos, Torres e quatro portões de entrada fortificados. Cada torre tinha um armazém para munições, havia uma residência para o capitão e para os oficiais de serviço. A cidade real estava localizada, de acordo com esquemas medievais ainda em uso entre os portugueses, dentro das muralhas da fortaleza. Naturalmente, com a importância crescente do Porto Malaio, bem como a população dos habitantes e comerciantes que ficaram lá, logo as casas começaram a subir bem fora do perímetro das muralhas da cidade. A fortaleza mudou de mãos em 1641, quando eles entraram nos holandeses, já ativos na Indonésia com sua própria companhia das Índias, que derrubaram os rivais europeus ajudados por franjas malaias hostis ao domínio português. O forte foi preservado como ainda de utilidade estratégica, embora danificado por batalhas de canhões. Acima das quatro portas de entrada, os holandeses esculpiram um bas-relief com o logotipo da Companhia Holandesa das Índias Orientais. Em 1806, os britânicos ordenaram a destruição do Forte.